The Graf Zeppelin and the Hindenburg Explodes

LZ 129 Hindenburg, ou simplesmente Hindemburg, foi um dirigível construído pela Luftschiffbau-Zeppelin GmbH, na Alemanha Nazista. Conhecido como Zeppelin, o dirigível, com 245 metros de comprimento e sustentado no ar por 200 mil metros cúbicos de hidrogénio, o maior dirigível da história até 1937, saiu de Hamburgo e cruzou o Atlântico a 110 km/h.

Na noite de 6 de maio de 1937, o gigantesco dirigível Hindenburg preparava-se para descer na base de Lakehurst, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, com 97 ocupantes a bordo, sendo 36 passageiros e 61 tripulantes, vindos da Alemanha.

Hindenburg momentos depois de incendiar-se.

Durante as manobras de pouso, um incêndio tomou conta da aeronave e o saldo foi de 13 passageiros e 22 tripulantes mortos e um técnico em solo, no total de 36 pessoas.

A comissão, que investigou o acidente junto com a companhia Zeppelin, atribuiu falha humana ao acidente. Uma brusca manobra momentos antes do pouso causou o rompimento de um dos tanques de hidrogênio e uma faísca dera a início à ignição.

Uma aeronave de dimensões idênticas, o LZ-130 Graf Zeppelin II, que substituiria o veterano LZ-127, chegou a ser construída por completo. Mas foi desmontada em 1940, sem nunca ter operado regularmente.

O incêndio do Hindenburg encerrou a era dos dirigíveis na aviação comercial de passageiros.

fonte: wikipedia

 

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O primeiro vôo aconteceu em 1928, ligando Frankfurt a Nova York, e durou 112 horas.

Em 29 de agosto de 1929, comandado por Hugo Eckener, completou o primeiro vôo em redor do mundo ao aterrizar emLakehurst, Nova Jersey, nos Estados Unidos da América.

Essa epopeia ao redor do mundo durou 21 dias, iniciada em 8 de agosto, durante os quais percorreu 34.600 km. Saiu da Estação Aeronaval de Lakehurst , estado de Nova Jersey, nos EUA, atravessando o Oceano Atlântico e fazendo sua primeira escala em Friedrichshafen, na Alemanha, depois cruzou aEuropa, sobrevoou os Montes Urais e atravessou a Sibéria até alcançar Tokio, onde fez escala. Posteriormente cruzou o Oceano Pacífico rumo ao Estados Unidos e, em 26 de agosto, depois de 79 horas e 22 minutos de navegação, aterrisou em Los Angeles, Califórnia. Finalmente, em 29 de agosto, retornou a Estação Aeronaval de Lakehurst, seu ponto de partida.

Em seu vôo inaugural, o “Graf Zeppelin” chegou ao Recife, atracando no Campo do Jiquiá em 22 de maio de 1930. Em terra, mais de 15.000 pessoas foram assistir ao evento. Para recepcionar a aeronave, passageiros e tripulantes, ao local estiveram presentes o próprio governador do estado de Pernambuco, Estácio Coimbra e o sociólogo Gilberto Freyre. No comando da aeronave estava o Professor Hugo Eckener. O primeiro brasileiro a fazer este percurso, da Europa para o Brasil, foi o engenheiro Vicente Licínio Cardoso. Era a primeira viagem de uma longa carreira de vôos, tão regulares que, à época, se afirmava que era possível acertar orelógio por eles.

Tinha 213 m de comprimento, 5 motores, transportava 20 passageiros e cerca de 45 tripulantes e um volume de 105.000 m³, sendo o maior dirigível da história até a data de sua construção em 1928. Sua estrutura era baseada numa carcaça de alumínio, revestida por uma tela recoberta por lona de algodão, pintada com tinta prata, para refletir o calor. Dentro dela, existiam 60 pequenos balões inflados com gás hidrogênio, juntamente com os seus 5 motores Maybach, com 12 cilindros, desenvolvendo até 550 HP (máximo) cada, alimentados com um combustível leve, o Blau Gas e gasolina, que o mantinham no ar, a uma velocidade de até 128 km por hora. Tinha capacidade de carga para até 62 toneladas.

Quem observava de fora a silhueta elegante e inconfundível do Graf Zeppelin, não imaginava o conforto que a gôndola proporcionava para os passageiros. Possuía banheiros, sala de jantar e estar, cozinha, e salas de rádio e navegação. O Graf Zeppelin, contava ainda com 10 camarotes, com dois beliches cada um, que confirmavam a fama de “hotel voador”. A passagem, na época, custava 6.590 réis. Não era permitido fumar livremente a bordo; era somente permitido em áreas de bar, com os isqueiros próprios do dirigével presos às mesas. Era verificado no embarque se nenhum passageiro portava isqueiros ou fósforos.

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